
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Feliz 2009!

domingo, 28 de dezembro de 2008
Parabéns Madalena!
Porém, hoje é o dia do teu aniversário…e só isso é já motivo de comemoração. Mais um aninho. Mas como consegues parecer ainda tão novinha!! Qual o teu segredo?
Madalena, desejo-te um feliz dia de aniversário…cheio de coisas boas…e com muitos carinhos…para que possas esquecer a febre, a tosse, etc.
Para já ofereço-te, virtualmente, uma violeta…

Parabéns Madalena!!
“Madalena, continua a frequentar estas areias…”
Obrigado crianças!
Muito obrigado pelos desenhos que vocês, carinhosamente, me enviaram!
Foi um privilégio (e um prazer) poder publicar, aqui nas "areias quentes", aquelas pequenas obras de arte.
Tenho a certeza que os pais também se sentiram muito orgulhosos.
"Joana, João Duarte, Mariana, Salvador, Diogo, Beatriz, João Lourenço, Miguel e João Béraud...continuem a frequentar estas areias..."
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Parabéns Zé Luís!
Espero que tenhas tido um dia muito agradável com a tua família e no meio de duas grandes festas (Natal e aniversário). Que sorte a tua!!...só se engorda uma vez!!
Muitos parabéns!
"Zé, continua a frequentar estas areias..."
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Feliz Natal...amiguinhos mais pequenos!
Feliz Natal!!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Agenda: Maria Bethânia...em Lisboa
domingo, 21 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
O Natal visto pelas crianças
Decidi pedir aos meus amiguinhos mais pequenos que me fizessem um desenho cujo tema fosse, simplesmente, o “Natal”.
Agora…chegou a hora de mostrar aos adultos (pais, amigos, tios, conhecidos, desconhecidos, etc.) os trabalhos dos nossos pequenos “grandes artistas”.
Tenho a certeza que vão gostar!
Entretanto, espero continuar a receber mais desenhos.
“Continuem a frequentar estas areias…”
Agenda: Nitin Sawhney...em Lisboa
sábado, 13 de dezembro de 2008
O Sentido da Nossa Vida
Uma vez fizeram-me a seguinte pergunta:
O que é que existe na tua vida que lhe dê um verdadeiro sentido?
Pensei em algumas coisas…mas rapidamente me apercebi que todas elas eram completamente insignificantes.
A pergunta foi forte e imprevisível…abanou comigo…e não respondi.
Esta questão foi também feita a várias pessoas que estavam naquele encontro.
As respostas foram, na sua maioria, as óbvias…e que passo a citar (algumas delas):
- a minha família;
- o(s) meu(s) filho(s);
- estar casado(a) / ter namorado(a) (ninguém referiu o “amar” ou o “ser amado”);
- ter emprego estável (aqui também não foi referido o “gostar do meu trabalho”).
Perante estas respostas…
Não acham estes horizontes, apesar de também serem importantes, muito limitados?
Não acham que existem outras coisas que podem dar ainda mais sentido às nossas vidas?
Não estaremos a fazer muito pouco por nós, pelos outros e pelo mundo?
Tudo isto não será também reflexo da sociedade?
Seremos verdadeiramente felizes...apenas com isto!!!
Hoje, passado algum tempo depois daquela noite, ainda não tenho resposta para a mesma pergunta.
“Continuem a frequentar estas areias…”
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Agenda: Eagles...em Lisboa
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Parabéns Raquel!
Logo à noite lá estaremos no restaurante tailandês...e quem sabe se, também tu, não nos vais presentear com uma dança Thai!!
Espero que gostes da minha flor virtual...uma papoila.

Muitos Parabéns!!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sons das areias
Na barra lateral do blogue encontra-se um leitor de mp3 contendo músicas escolhidas por mim.
Neste momento podem ouvir algumas do primeiro trabalho dos MGMT.
Que álbum fantástico!
Espero que gostem das minhas escolhas. As actualizações serão frequentes.
"Continuem a frequentar estas areias..."
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Agenda: Mogwai...em Lisboa
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Bilhete Postal
Um deles foi este:
Digam lá se a referência aos cromos do “Conan” não é deliciosa!
Coisas de crianças!
Segundo o carimbo dos correios, este bilhete postal foi enviado, para mim e para o meu irmão, em 1983…tinha eu 12 anos.
Telmo (Pim-Pim), Tito e Joana…ainda se lembram deste texto?
“Continuem a frequentar estas areias…”
domingo, 7 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
O meu regresso ao Starbucks

Depois de alguns minutos a tentarmos localizar a loja na planta do shopping, sem qualquer sucesso, verificámos que ela se encontrava, fisicamente, mesmo à nossa frente! Que grandes “ceguetas” que fomos!
A fila de pessoas para saborear os famosos cafés era enorme…mas a minha excitação fez com que nem sequer me atrevesse pensar em desistir!
Analisada a lista de opções, decidimos pedir dois cafés “caramel macchiato” e três enormes "cookies". Dois deles, um de chocolate e outro de caramelo, dividimos entre os dois…e o terceiro, de chocolate, foi comprado para oferecermos à Ana, que não teve a possibilidade de nos acompanhar (se vissem a cara de prazer da Ana quando se deliciou com o cookie!!...eu e a Cris nem tivemos coragem de lhe pedir um pedaço!...mas a nossa vontade era grande).
O nosso café “apresentou-se”, aos nossos olhos, em grandes quantidades, quentinho, misturado com leite, espuma no topo e regado com um saboroso molho de caramelo. Muito bom!
O comentário da Cris, ao beber, foi mais ou menos este: “Hummm!!...apesar de não ser adepta deste tipo de lojas americanas…hummm!!...ainda vou ficar fã…hummm!!...porque realmente isto é muito delicioso!...hummmmmmmmmmm!”.
Gostaria de acrescentar que no “Star” existe um pormenor, que para alguns poderá até ser insignificante, mas para mim não o é. Antes de sermos servidos, os colaboradores perguntam os nossos nomes…e a partir desse momento somos todos tratados informalmente…o que torna o local muito simpático e descontraído.
Digam lá se não é agradável ouvir: “Pedro, o seu pedido está pronto!” ou o “Pedro, gostamos muito de o ter por cá, volte sempre!”.
Esta minha ida ao Starbucks avivou algumas das boas memórias que tenho das viagens que fiz a New York (USA) e a Madrid (Espanha). Nessa altura, e por inúmeras vezes ao longo dos dias, o “Bucks” foi o “big brother / nuestro hermano” que nos aqueceu quando lá fora, temperaturas negativas percorriam as avenidas destas lindas cidades.
Tenho saudades desses momentos!
Resumindo, adorei este meu regresso ao Starbucks…e penso que a Cris gostou da sua “primeira vez”.
A repetir…e a visitar, num futuro muito próximo, as outras lojas que irão abrir em Lisboa.
“Continuem a frequentar estas areias…”
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Die Saar Geschichte (Histórias de Saar): Há neve em Saarbrucken!
Acabo de “assinar” um contrato virtual, e milionário, com a Patrícia e com o Eduardo!
O “areiasquentes”, a partir de hoje, vai ser o “narrador” oficial das aventuras germânicas destes dois “portugas”.
Como tal, nos próximos tempos, e sempre que eles queiram, irei colocar aqui os seus textos, as suas fotos, etc.
É uma forma de todos os amigos, família, conhecidos, desconhecidos, curiosos, etc. ficarem a saber como são os seus dias.
E o primeiro tema é…”Há neve em Saarbrucken!”




Não me importava nada de lá estar!
“Continuem a frequentar estas areias…”
domingo, 30 de novembro de 2008
Parabéns Guida!
Sei que hoje vais ter um dia muito preenchido...e ainda bem porque é de comemoração.
Para já, gostaria de te oferecer o meu presente virtual...que só poderia ser...margaridas.

Dentro de poucas horas entrego-te o meu presente real...e também não te escapas a um grande beijo de aniversário!
Parabéns!!!
"Guida, continua a frequentar estas areias..."
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Aquele momento…
Foi naquela noite de Novembro em que uma enorme Lua decidiu desenhar, na superfície serena das águas do Rio Tejo, um tapete de luz branca e intensa, apenas recortado pela ondulação de uma embarcação que, lentamente, seguia em direcção à cidade…
Foi naquele concerto em que milhares de corpos se agitavam ao ritmo da melodia…
Foi naquela música…
Foi naquele momento…
…em que, por qualquer razão, a tua consciência se apagou…e todos te sentimos, lentamente, adormecer.
Reagi!...sim, e de imediato acompanhei a tua descida, suavizando a tua queda no chão, frio e sujo, daquela sala a borbulhar de energia e emoção.
Quando os nossos corpos finalmente terminaram aquela viagem, e te observei inanimada, tudo à minha volta se tornou insignificante…silencioso…em que apenas consegui ouvir, muito ao longe, ecos confusos de vozes e de música.
Sem hesitações peguei em ti e delicadamente transportei o teu corpo, desfalecido, à procura de uma possível ajuda.
Durante aqueles metros de preocupação, distância que parecia nunca mais terminar, amparei, no meu ombro, o teu rosto…a tua cabeça “perdida”…e senti!...senti aqueles cabelos suaves e belos…senti uma lenta e quente respiração no meu pescoço.
Um sentimento estranho, talvez de egoísmo, apoderou-se de mim. Eu não queria que aquele momento tivesse um fim! Queria eternizar, na história da minha existência, a tua e a minha momentânea fragilidade…o calor do teu corpo…a agitação do teu coração…aquele nosso “momento íntimo”. Queria ser eu, e apenas eu, a proteger-te!
Mas a realidade era bem diferente, tinha que ser. Entreguei-te a quem te poderia ajudar fisicamente…mas, hoje confesso, foi difícil desfazer-me de ti.
Na nossa despedida “silenciosa”, antes de entrares na “viatura da esperança”, ainda tive tempo de segurar, por momentos, na tua mão…e segredar-te em pensamentos: “Não tenhas medo…agora vai correr tudo bem”.
Como resposta, um discreto sorriso pareceu ter saído do teu sono profundo, provavelmente escapando-se por momentos a um dos teus sonhos, apenas para me dizer algo que eu, naquele instante, gritava por ouvir.
Partiste rapidamente, serpenteando pelas ruas “atarefadas” da cidade. Ainda te persegui mentalmente…até o som da sirene se tornar em mais um dos ruídos da metrópole.
Passados alguns anos regressei à mesma sala, ao mesmo concerto…e…na mesma música, no mesmo momento…senti um corpo, os sons transformaram-se em ecos longínquos, uma mão tocou na minha pele, luzes de várias cores iluminavam freneticamente o público, senti aquela respiração quente a percorrer o meu pescoço, mais à frente um casal trocava carinhos inocentes, senti um aroma inesquecível…intemporal, na confusão alguém gritava por uma determinada música, ouvi uma voz desconhecida, mas facilmente identificável, que me disse ao ouvido: “Eu estou bem”…um enorme encontrão, provocado por aquela sala…provocado por aquela massa de corpos, atirou-me ao chão.
Atordoado, levantei-me à tua procura. E, no meio daquele caos mágico, ainda consegui ver, por momentos, aqueles mesmos cabelos compridos, que anos antes tocaram o meu rosto, desaparecerem no meio da multidão.
Sorri…e senti novamente a música…no instante em que se cantava…
“I
Lá fora, uma enorme Lua voltava a projectar, no Tejo, a mesma linha de luz…como que a querer dizer…”Os momentos especiais…belos…sempre se repetem”.
Baseado num acontecimento verídico…
“Continuem a frequentar estas areias…”
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Parabéns Viviane Signorini (a Vivi)
Muitos parabéns linda Vivi!!
Gostaria de te oferecer, como presente de aniversário virtual, uma rosa vermelha.

Beijos
“Vivi, continua a frequentar estas areias…”
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Teatro: VLCD!...no Teatro Meridional
Uma das razões tem sido a falta de tempo. Estive sempre com variados programas: amigos, jantares, concertos, Lux, teatro, cinema, trabalho, etc.
Como não tenho tempo para falar sobre tudo isto (e também para não vos aborrecer muito com todos os meus programas culturais)…vou só escrever um pouco sobre a peça de teatro a que fui assistir.
Chama-se VLCD!...e está no Teatro Meridional.
Resumidamente, a obra aborda este tema:
Desde que o Homem passou a medir o tempo este, inevitavelmente, também o mediu a si. VLCD! é um espectáculo que, através do humor e do absurdo, versa sobre a velocidade. A mesma que conduz nos tempos modernos o ser humano a um nível de vida material que se dissocia da sua própria felicidade. A mesma onde um olhar mais atento (quiçá mais lento...) podia também identificá-la como o verdadeiro truque de uma sociedade de consumo.
A ingenuidade das personagens e a acutilância que pode ter a irrisão são os pontos de partida deste novo desafio, que tem como base de interpretação a técnica de clown, o gesto e a criação colectiva.
Não conhecia o Teatro Meridional, confesso mesmo que nunca tinha ouvido falar dele.
Penso que seja uma companhia de teatro independente…com peças mais alternativas…com actores pouco conhecidos…talvez uma boa “escola” de formação.
A sua casa está situada num antigo armazém recuperado, típico daquela zona industrial da cidade de Lisboa.
Simples…mas bonito!
O próprio modo daquele espaço nos convidar, a nós espectadores, a entrar e estar nele é muito simples…muito informal…muito familiar…faz-nos sentir bem!
Todos somos recebidos por uma simpática menina que nos entrega o bilhete e nos “convida” a permanecer numa pequena “sala de espera”, simples e decorada com algumas referências ao mundo do teatro, onde nos poderemos servir, gratuitamente, de café, chá, etc.
É um carinho do “Meridional” que, nas noites frias, sabe muito bem!
Minutos antes de se iniciar a representação somos encaminhados, pela mesma menina, para a sala principal que se encontra já escura, pronta para nos receber e contar as suas histórias.
Esta não é a tradicional sala de teatro. Toda a área do armazém serve de palco, onde aqueles quatro óptimos actores (tinha-me esquecido de referir este aspecto) nos dedicam a sua bela arte de representar. E nós, sentados numa das pontas daquele armazém frio, apreciamos.
Em relação ao espectáculo propriamente dito, convém dizer que não é de fácil “leitura”…mas a sua história é contada de uma forma divertida, nada aborrecida, utilizando a “técnica de clown”, muito profissional, sem grandes adereços, num cenário industrial…e a várias VeLoCiDades!
A não perder!
VLCD!...do lugar onde estou já me fui embora
Fonte: sinopse retirada do site do Teatro Meridional
“Continuem a frequentar estas areias…”
domingo, 23 de novembro de 2008
Parabéns Tiago Brandão!
Espero que o teu dia 20 de Novembro tenha sido muito agradável.
Parabéns...atrasados
"Continuem a frequentar estas areias..."
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Fins-de-semana…apenas para dormir
“Continuem a frequentar estas areias…”
sábado, 15 de novembro de 2008
Toblerone...hummm!

Sabiam que a Toblerone gasta anualmente:
- Mel mexicano produzido por 23,4 milhões de abelhas altamente motivadas?
- Leite fabricado por 10 mil felizes vacas suiças?
- Amêndoas de 40.563 amendoeiras localizadas na Califórnia?
- Cacau de uma selecção das melhores variedades vindas do Gana, Equador e Costa do Marfim?
Eu não!...mas, com aquele sabor incomparável, de alguma forma já suspeitava!
"Continuem a frequentar estas areias..."
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Agenda: Tindersticks...em Lisboa
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Livro: “Pensei Que o Meu Pai Era Deus” (de Paul Auster)

Trata-se de uma antologia organizada pelo Paul. Os textos não são da sua autoria. Ele, “apenas” seleccionou e editou, em papel, as melhores histórias (e que excelentes escolhas!) que lhe foram enviadas pelos ouvintes “escritores” do seu programa de rádio, “Weekend All Things Considered”, para serem narradas, em directo e na voz do Paul, para toda a América do Norte.
São 179 pequenos contos pessoais (supostamente todos verídicos), organizados por variados capítulos (animais, objectos, família, burlesco, desconhecido, guerra, amor, morte, sonhos e meditações) e onde, em muitos deles, é possível ver retratada um pouco da história dos Estados Unidos da América.
Aconselho o livro a todas as pessoas com gosto pela leitura, sensíveis e também apaixonadas.
Por exemplo, lembro-me de, ao terminar uma das histórias com o título “Mesa para Dois”, suspirar e comentar em silêncio: “Um dia...também gostaria de ter uma história destas na minha vida” (acho que qualquer um de vocês o faria).
O primeiro contacto que tive com a obra do Paul Auster foi durante a minha estadia em Itália (nos meus nove meses no programa Erasmus), através do seu livro “Timbuktu” (relata a história de uma grande amizade entre um cão chamado Mr. Bones e o seu dono).
Desde esta obra que não mais “larguei” este escritor e realizador de filmes como “Lulu on the Bridge” e “The Inner Life of Martin Frost” (este é muito fraco...mas já te perdoei, Paul).
Antes de terminar este texto, gostaria de dizer que já tive o privilégio de estar “frente-a-frente” com o Paul Auster. Foi num encontro, muito concorrido, com os seus leitores na loja Fnac do Chiado (Lisboa).
Por sorte, no meio de centenas de pessoas, lá consegui receber um cumprimento do Paul e um autógrafo num dos seus livros…que guardo religiosamente.
Foi um momento inesquecível, tanto para mim como para a Patrícia e para o Eduardo.
Ainda se lembram deste dia?
“Continuem a frequentar estas areias…”
domingo, 9 de novembro de 2008
Concerto: Ladytron no Lux
"Continuem a frequentar estas areias..."
Concerto: Peter Murphy
Concerto: Róisín Murphy
Começando pelos concertos…vou colocar, em três posts, os clips dos últimos concertos a que fui assistir (são vídeos gravados nos shows de Lisboa).
Foram espectáculos de géneros musicais distintos…mas os três com uma coisa em comum. Agradaram-me imenso!!!
Foi muito bom ouvir o bom gosto musical e a fantástica voz da bela e charmosa irlandesa Róisín Murphy.
"Overpowered" (Coliseu dos Recreios, 30-10-2008, Lisboa)
"Tell Everybody" (Coliseu dos Recreios, 30-10-2008, Lisboa)
“Continuem a frequentar estas areias…”
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Sim!...Eu sou o novo Presidente dos Estados Unidos da América!
Milú (1926 - 2008)
Uma das mais talentosas actrizes da época de ouro do cinema português.
Foi também cantora e actriz de "teatro de revista".
Filmes:
Kilas, o Mau da Fita (1981)
O Diabo Era Outro(1969)
Dois Dias no Paraíso (1958)
Vidas Sem Rumo (1956)
Agora É Que São Elas (1954)
Os Três da Vida Airada (1952)
O Grande Elias (1950)
A Volta de José do Telhado (1949)
O Leão da Estrela (1947)
Barrio (1947)
Doce Lunas de Miel (1944)
O Costa do Castelo (1943)
Aldeia da Roupa Branca (1939)
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Parabéns Lewis Hamilton
Parabéns também para ti, Felipe Massa!

Felipe Massa: cartoon retirado do site borgescartoon
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Badaró (1933 - 2008)

Ainda se lembram da sua mais famosa personagem...o "Chinezinho Limpopó"?
Ainda se recordam das suas célebre expressões "Ó Abreu, dá cá o meu" e "Eu expilico e você só compilica!"?
Obrigado por nos teres divertido naqueles anos 80...do século passado.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Concerto: Cansei de Ser Sexy

No entanto, ainda tivemos alguns bons momentos, principalmente quando foram tocadas músicas do primeiro álbum (o que não é de estranhar):
- Alcohol (durante esta música, a vocalista Lovefoxx desceu até ao público e cantou com alguns dos seus jovens fãs. Para desespero de alguns, e ao contrário do que se passou no Lux, ela não chegou a “surfar” por cima do público.)
- Off the Hook
- Alala
- Let’s Make Love and Listen to death from Above

Fotos retiradas do site da revista Blitz
Clips retirados do YouTube
“Continuem a frequentar estas areias…”
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
A minha amiga “Premiere”

Todos pensámos que tinha sido para sempre!
Até que, silenciosamente, ela reaparece um ano mais tarde…na histórica data de Outubro de 2008!
Vai ser fantástico voltar a ter notícias do mundo do cinema, ler sobre os filmes que se encontram em cartaz, saber sobre os filmes que aí vêm, entrar no mundo dos mais importantes actores da actualidade e do passado, conhecer as várias edições de DVD’s, etc.
Vai ser, novamente, a excitação de, no início de todos os meses, perguntar na papelaria: “Já chegou a revista “Premiere” deste mês?”
Por favor, não te atrevas a sair novamente das nossas vidas!
“Continuem a frequentar estas areias…”
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Concerto: dEUS e Ney Matogrosso
dEUS
Pois é…aqui estão as provas. Foi na Aula Magna, em Lisboa.
"Fell off the Floor, Man" (Aula Magna, Lisboa, 19 de Outubro de 2008)
"Serpentine" (Aula Magna, Lisboa, 19 de Outubro de 2008)
"Instant Street" (Aula Magna, Lisboa, 19 de Outubro de 2008)
Este foi o meu terceiro encontro com dEUS…e passados alguns anos ainda continuo a acreditar na sua obra e nas suas palavras divinas.
Nós, os discípulos, naquela noite de 19 de Outubro fomos, mais uma vez, abençoados pelo nosso dEUS Belga.
Para quem se interessa…aqui está a “setlist” do show de Lisboa:
1ª Parte: When She Comes Down; Instant Street; Fell Off The Floor, Man; Slow; Theme From Turnpike; The Architect; Nothing Really Ends; Bad Timing; Smoker's Reflect; Little Arithmetics; If You Don't Get What You Want; Suds & Soda. Encore: Oh Your God; Serpentine; For the Roses; Favourite Game; Morticiachair.
Ney Matogrosso
Dois dias depois (21 de Outubro)…depois de dEUS…vi o “diabo”…o pecado (para alguns, é claro)…o Ney Matogrosso.
Não sou um grande conhecedor da sua obra, por isso apenas reconheci, durante todo o concerto, duas das músicas tocadas no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Mas também não foi importante. O espectáculo visual e musical foi um “espectáculo”…e o Ney, apesar de já ter passado dos 60 anos, continua a ser um grande artista, cantor e performer.
Quem me dera chegar à sua idade com aquela condição física!
Ney Matogrosso (Coliseu dos Recreios, Lisboa)
É caso para dizer…”a ousadia está de volta”.
“Continuem a frequentar estas areias…”
domingo, 26 de outubro de 2008
DocLisboa…The End
End of the Rainbow (de Robert Nugent)
França, 2007
Uma grande companhia mineira multinacional transfere uma imponente unidade de prospecção de ouro da Indonésia para uma região remota da Guiné Conacry, em África. Nesta zona rural extremamente pobre, a presença da mina acaba por criar um clima de mudança e vários conflitos entre os habitantes locais. Quais as vantagens do proclamado progresso para uma aldeia africana? A transformação do mundo imposta pelo poder do dinheiro não garante necessariamente felicidade nem melhores condições de vida.
Simonal: Niguém Sabe o Duro que Dei (de Claúdio Manoel, Calvito Leal e Michael Langer)
Brasil, 2008
Wilson Simonal era um dos mais famosos cantores do Brasil na década de 1960. Naquela época era o único músico negro com estatuto de estrela: enchia as maiores salas de espectáculo, cantava ao lado de Sarah Vaughan e fazia sombra a Roberto Carlos. Mas a sua popularidade caiu brutalmente quando, em 1971, foi acusado de estar ao serviço do regime militar e da ditadura. O filme conta precisamente o caso que fez com que o cantor fosse considerado um traidor no mundo dos artistas e dos media, através de extraordinárias imagens de arquivo e depoimentos de individualidades.
Hóspedes da Noite (de Licínio de Azevedo)
Moçambique, 2007
O Grande Hotel, na cidade da Beira, era o maior de Moçambique, na época colonial: 350 quartos, luxuosas suítes, piscina olímpica… Actualmente, o prédio, em ruínas, sem electricidade e sem água canalizada, é habitado por 3500 pessoas. Algumas vivem ali há vinte anos. Além dos quartos, também servem de moradia os saguões, os corredores, as áreas de serviço do hotel e a cave, onde é sempre noite.
O Mistério do Samba (de Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor)
Brasil, 2008
Uma justa e emocionante homenagem da cantora Marisa Monte ao samba tradicional da Velha Guarda, num projecto que remonta ao ano de 1998 quando a cantora iniciou as pesquisas para o álbum Tudo Azul. Armada com um gravador de mão, a artista brasileira é seguida pela dupla de realizadores Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor num percurso pelas ruas de Oswaldo Cruz, bairro da zona norte carioca, recolhendo depoimentos dos veteranos sambistas que fizeram a história da Portela, a escola com maior número de títulos no Carnaval do Rio de Janeiro.
E pronto…infelizmente o festival acabou por este ano. Nas próximas noites vou sentir a sua falta (vou até entrar em depressão). Foi uma grande companhia!
Por sorte, o grande vencedor do festival foi um dos filmes a que assisti, o “End of the Rainbow”. Na noite de Sábado, mesmo antes de saírem os resultados do júri internacional, comentei com o Tiago e com a Princesa que seria muito justo se ele fosse o vitorioso.
Desta edição de 2008 guardo como boas recordações:
- a qualidade da maioria dos filmes a que assisti;
- muitas sessões esgotadas;
- o ambiente do festival;
- a companhia da Princesa, Tiago Brandão, Béraud, Tiago Simões e Zé Luís…e a troca de ideias que tive com eles depois dos filmes terem terminado;
- a festa cubana que aconteceu no cinema S. Jorge;
- a conversa de cerca de uma hora que tivemos com um dos realizadores do filme brasileiro “Simonal: Niguém Sabe o Duro que Dei”, o carioca Michael Langer. Foi muito interessante ficar a saber mais coisas que o filme não conta, o início do projecto, as dificuldades da realização, etc. O Michael ainda nos disse (a mim, ao Tiago e à Princesa) que nunca tinha estado em Lisboa…mas que estava a “amar” a cidade…e que iria voltar muitas mais vezes.
É sempre agradável ouvir alguém falar bem da minha cidade. Volta sempre, Michael!
Agora…isto tudo só vai voltar daqui a um ano. Vou sentir saudades.
Até lá…não deixem de ver bom cinema!
Fonte: sinopses retiradas do site do DocLisboa
“Continuem a frequentar estas areias…”
Parabéns Francisco Faria!
Muitos Parabéns!
"Francisco, continua a frequentar estas areias..."
sábado, 25 de outubro de 2008
Parabéns Cristina Carvalho (a Cris)!
Hoje, foste forçada a entrar também no "37th club". E, por isso...muitos parabéns! Welcome!
Mas não te preocupes, de ontem para hoje, ainda não se deve notar o envelhecimento. Talvez...só na 2ª feira...logo te digo! (rsrs)
Espero que tenhas um dia fantástico! Aproveita bem.
Como presente virtual, gostaria de te oferecer uma simples recordação...uma flor...uma buganbilia.

Continua linda...e nunca percas esse espírito jovem e brincalhão!
Na próxima 2ª feira, tal como combinado, vamos almoçar fora. Se estiver bom tempo levo-te a um restaurante na praia. Ok?
Muitos parabéns!
Beijos
"Cris, continua a frequentar estas areias..."
Parabéns Nuno Gomes!
Gostamos quando decides organizar o teu almoço de aniversário no fantástico restaurante do "Sr. Manel". Só de pensar naquela deliciosa comida...começo logo a salivar...e ainda faltam algumas horas!
Por ti...mas principalmente pela ementa (rsrsrs)...não poderia recusar o convite!
Muitos Parabéns!
"Nuno, continua a frequentar estas areias..."
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
(In)Certezas: Shiny Toy Guns
Com ele, pretendo dar a conhecer, dentro deste género, as mais interessantes novas/velhas bandas que neste momento existem por esse universo fora…algumas delas já uma certeza de qualidade e outras que, num futuro próximo, o poderão ser…ou não!
Para abertura deste novo capítulo do blogue…decidi escolher os americanos Shiny Toy Guns.

Originários de Los Angeles (USA), são formados em 2002 pelos amigos Jeremy Dawson e Chade Petree.
Em 2004 juntam-se à banda o baterista Mikey Martin e a vocalista Carah Faye.
Situando o seu género musical nas áreas Indie/Rock/Electrónica, rapidamente ganham fama internacional…muito por culpa da sua página no myspace.
Depois de duas edições independentes do seu primeiro álbum, “We Are Pilots”, assinam contrato com a Universal que, em 2006, coloca no mercado a terceira versão do mesmo trabalho.
Em Dezembro de 2007 são nomeados para um Grammy na categoria de melhor álbum de Electrónica/Dance.
Descobri esta banda numa das minhas pesquisas pela Net…quando ouvi uma das suas mais interessantes músicas…”Le Disko” (do primeiro disco).
A curiosidade foi tanta que pedi logo à Raquel para me trazer o cd de New York. Obrigado!
Considero ser um álbum interessante, com algumas boas músicas, caracterizado por ter um som pesado e negro (em muitas das músicas a voz do vocalista transmite desespero…tristeza) mas ao mesmo tempo adequado para as pistas de dança.
Falta-lhe no entanto alguma homogeneidade…e talvez maior maturidade, o que é normal.
Mas, para primeira obra, não está nada mal!
Actualmente, encontram-se prestes a colocar no mercado o seu novo cd, ”Season of Poison” (edição prevista para 4 de Novembro de 2008).
Pelos temas já disponibilizados na Net…promete!! Gosto principalmente do “Ricochet!”. Esta música, no volume máximo, parece que provoca em nós uma grande vontade de destruição! (rsrs)
A formação actual do grupo já não conta com a vocalista Carah Faye (foi substituída pela Sisely Treasure).
Existe muita especulação sobre a sua saída…mas principalmente muita tristeza por parte dos fãs.
Pessoalmente, também penso que é uma grande perda para a banda, não só pela sua boa voz, mas também pela sua presença e imagem carismática (muito moderna, jovem, bonita, rebelde e louca…destacava-se do resto da banda).
Mas também acredito que a nova vocalista tenha sido uma excelente escolha.
Coloco aqui dois clips musicais dos Shiny Toy Guns: “Le Disko” (retirado do primeiro trabalho e ainda com a antiga vocalista) e a nova música “Ricochet!” do próximo “Season of Poison”.
Le Disko
Ricochet!
Formação Actual
Guitarrista / Vocalista: Chad Petree
Vocalista: Sisely Treasure
Tecladista / Baixista: Jeremy Dawson
Baterista: Mikey Martin
Discografia
We Are Pilots (versão 1) – (Janeiro de 2005; Lançamento Independente)
We Are Pilots (versão 2) – (Novembro de 2005; Lançamento Independente)
We Are Pilots (versão 3) – (Outubro de 2006; Universal Motown Records)
Season of Poison (2008)
Links
Myspace
“Continuem a frequentar estas areias…”
terça-feira, 21 de outubro de 2008
DocLisboa…continuação I
Ok…foram então os seguintes:
The Last Lumberjacks (de Yu Guangyi) – sinopse no meu primeiro post sobre o festival.
Salim Baba (de Tim Sternberg)
Índia/EUA, 2007
Salim Muhammad, um indiano de 55 anos, vive em Calcutá com a mulher e cinco filhos. Desde os dez que vive a projectar velhos pedaços de películas para as crianças dos bairros locais usando um antigo projector de mão que herdou do seu pai. Homem de negócios pragmático e cinéfilo, Salim carrega o seu projector com os filhos na esperança que estes continuem a actividade.
Land of the Devil (El Pais del Diablo) (de Andrés Dí Tella)
Argentina, 2008
El Pais del Diablo de Andrés Dí Tella analisa um episódio histórico verificado na década de 1870 quando Adolfo Ensina, o então Ministro da Defesa, propôs o projecto megalómano de escavar um fosso com mais de 600 quilómetros entre o Oceano Atlântico e a Cordilheira dos Andes, destinado a suster a “ameaça indígena”. É a identidade e a fundação da nação argentina que está intimamente ligada ao avanço desta fronteira que se traduziu pelo extermínio praticamente completo dos índios daquela região.
Missile (de Frederick Wiseman)
EUA, 1987
Uma obra que documenta passo-a-passo o treino de um grupo de homens e mulheres que controlam o vasto arsenal nuclear dos Estados Unidos apenas com os seus dedos. Missile segue o 4315.º Esquadrão de Treino do Comando Aéreo Estratégico da Base Aérea de Vandenberg na Califórnia, local onde os oficiais são treinados para gerir o Controlo de Lançamentos dos Mísseis Balísticos Intercontinentais Minuteman. Os debates sobre moral e questões militares em caso de guerra, códigos, comunicações, defesa contra ataques terroristas, regras de emergência, reuniões de equipa e seminários são o corpo deste filme.
Quarta feira lá estarei novamente…
Ah!...e nos próximos dias vou escrever sobre o meu encontro com dEUS!
Fonte: Sinopses dos filmes retiradas do site do DocLisboa
“Continuem a frequentar estas areias…”
sábado, 18 de outubro de 2008
Agenda: Kaiser Chiefs...em Lisboa
Existem dias assim...
Espero que o fim de semana seja minimamente agradável para o poder esquecer um pouco.
Bruno, não te preocupes...vai correr tudo bem. Já sabes que podes contar com alguns dos teus colegas...nós estamos lá para te ajudar o mais possível.
“Continuem a frequentar estas areias…”
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Parabéns Pedro Nápoles!
Como presente de aniversário…resolvi oferecer-te isto:

Ah!!!...bem-vindo ao clube.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Agenda: The Stranglers...em Lisboa
DocLisboa (16 a 26 de Outubro)

A par dos nacionais IndieLisboa, Queer e Fantasporto, este é um festival de cinema com muita fama em Portugal, Europa…e, até me atrevo a dizer, no resto do mundo.
A sua programação de qualidade, referida por críticos nacionais e internacionais, engloba diferentes documentários oriundos de toda a parte do mundo.
Muitas vezes, em muitas das sessões, o público presente tem também o privilégio de poder conversar, descontraidamente, com os realizadores das obras que acabam de visionar.
É um dos inúmeros pontos de interesse do festival…acreditem.
Nestas duas semanas, a vida cultural de Lisboa movimenta-se ainda mais…e muitos dos caminhos, inevitavelmente, vão dar às várias salas que recebem o “Doc”: Culturgest, Cinema Londres, Cinema São Jorge e Museu do Oriente.
Pessoalmente, adoro o ambiente que rodeia este acontecimento…parece que estou no meio de “amigos” que, tal como eu, estão ali pelo “cinema documental” de excelência.
Aqui não temos o “glamour hollywoodesco”…nem sequer a passadeira vermelha…mas existe, da parte de todos os participantes, o interesse em conhecer a vida de pessoas com “história” (famosas ou simples cidadãos do mundo)…em conhecer outras culturas…em conhecer o nosso mundo com os seus defeitos e as suas qualidades.
Este ano, mais uma vez, sei que irei ter a companhia dos meus amigos e apreciadores do DocLisboa: Princesa, Tiago Brandão, Tiago Simões e Zé Luís.
Tenho também a certeza que a Patrícia e o Edu me iriam acompanhar, caso não tivessem ido viver para a Alemanha. Mas, foi naquele país que os dois decidiram fazer um dos “documentários” das suas vidas…que ainda irá demorar alguns anos a ficar pronto…por isso a sua ausência.
Para quem ainda não conhece o "Doc"…aconselho-o vivamente.
Acho importante não nos “agarrarmos” apenas aos filmes que passam no circuito comercial.
Dentro do seu género tem a grande capacidade de nos ensinar sempre muito…de nos abrir a consciência e a visão para muita coisa que acontece neste mundo…e uma delas é a tolerância.
Sim…muito do que passa naquelas salas incomoda. Mas…não é também um dos objectivos dos documentários!
Ainda estou a estudar o programa do DocLisboa…mas já encontrei o primeiro filme ao qual quero assistir. Será na próxima 6ª feira, no Museu do Oriente, e chama-se “The Last Lumberjacks”.
The Last Lumberjacks (Mubang)
Realização: Yu Guangyi
China, 2006, 90’, Cor
Fonte: sinopse do filme retirada do site do Museu do Oriente
“Continuem a frequentar estas areias…”